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Natureza em transformação... |
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PARAÍSO
ECOLÓGICO
Atualmente a Lagoa Mirim está passando por um repovoamento de espécies,
que devido à grande procura estavam em extinção. Ao visitar o
local é importante respeitar o meio ambiente para preservar
esse paraíso para as futuras gerações.
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:: Turismo
no Sul: Lagoa
Mirim |
![[Lagoa Mirim] Portal Terra de Mauá | www.arroiogrande.com](especiais/tm_esp_lagoamirim_06.jpg) |
:: PARAÍSO DE BELEZAS NATURAIS
Localizada no extremo sul do território nacional a Lagoa Mirim é a segunda maior lagoa do Brasil e sem dúvida uma das mais belas, com capacidade turística imensa e não explorada na sua totalidade. A região sul situa-se junto ao mar e às grandes lagoas de águas mansas e paisagem repleta de fazendas onde se destacam cultura de arroz e a pecuária. Limitando-se, entre outros, com o município de Arroio Grande, a lagoa também faz em parte fronteira com a República Oriental do Uruguai.
A região ainda abriga a Laguna dos Patos a maior lagoa de água doce do mundo (as últimas publicações que citam a Lagoa dos Patos, já a denominam como sendo uma Laguna), entre a lagoa mirim e mangueira encontra-se a belíssima reserva do Taim como uma fauna e flora de grande variedade.
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A Estação Ecológica do
Taim, localizada na margem leste da lagoa, serve de ponto de pouso, descanso e nidificação de aves migratórias. O Parque Nacional da Lagoa do Peixe e a Estação Ecológica do Taim são Unidades de Conservação Federal tombadas pela UNESCO como Reserva da Biosfera.
Para as aves, o Rio Grande do Sul é uma área de grande importância. Afinal, é etapa obrigatória no processo de movimentação de várias espécies, quer do Hemisfério Norte, quer do Sul. Especialmente na época do outono, quando as migrantes dos dois continentes se encontram. As praias, lagoas e banhados do Estado ficam cheios de visitantes vindos dos mais diversos pontos: são batuíras que estão indo para a tundra ártica, maçaricos que regressarão para o Uruguai, marrecões que são originários da Argentina. |
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A lagoa Mirim apresenta recursos hídricos de peculiar interesse e rara beleza, tem aproximadamente 180 Km de extensão, largura média de 22 Km e largura máxima de 37 Km. Possui uma área total de 3.750 Km², dos quais parte em território uruguaio. Apresenta profundidades naturais de 6,50m no trecho fronteiriço, do extremo sul até a foz do rio Jaguarão; de 4m no trecho médio, entre a foz do rio Jaguarão e a Ponta do Alegre; de 3m no trecho norte, desde a Ponta do Alegre até o início do canal de São Gonçalo. A lagoa Mirim comunica-se com a dos Patos pelo rio São Gonçalo. |
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Atualmente, a navegação comercial na lagoa é pouco expressiva, mas espera-se um incremento se a construção da termoelétrica de Santa Vitória do Palmar (RS), que seria abastecida por carvão, se configurar. Suas costas e margens, inclusive a faixa divisória com o Oceano Atlântico, apresenta pequenas profundidades e ocorrência de juncos, estão delimitadas por terrenos arenosos, baixos, de sedimento mais modernos, cobertos por vegetação de pequeno fôlego e cheios de cômoros de areia, banhados ou alagadiços.
Freqüentemente a região da lagoa torna-se refúgio para uma grande variedade de aves. As
Sternas, também chamadas de trinta-réis ou andorinhas-do-mar, são mais comuns. Espécies como a Sterna
hirundo, fazem seus ninhos nas regiões temperadas dos Estados Unidos e Canadá, durante os meses de maio a julho, quando é verão nessas áreas. Depois, migra para o sul, atingindo desde o Sul do Brasil até a Patagônia. De uma maneira geral, as elas usam a praia para repouso, e se alimentam em outros locais (alto mar). Outras espécies do Hemisfério Sul costumam pescar nas lagoas costeiras, mas poucas nidificam no Rio Grande do Sul, em locais no interior. A Sterna superciliaris (que é a menor delas, do tamanho de uma pomba) faz seus ninhos em praias de água doce, como as da Lagoa Mirim. No inverno ela se desloca para a praia, passando essa estação ali.
Na costa de Santa Vitória do Palmar, suas águas são um convite permanente à pratica das mais variadas modalidades de esportes aquáticos, destacando-se o iatismo esportivo, wind surf, jet ski e natação. Também é ideal para a pesca, destacando-se a do Peixe-rei, disputadíssimo nos restaurantes paulistas, para onde é comercializado por superar os similares marítimos, mas a Traíra e o Pintado também têm seu lugar na preferência dos grandes chefes de cozinha, para criação dos mais requintados e saborosos
pratos. |
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:: A região hidrográfica do Litoral Sul
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Aspectos
Técnicos da Formação da Bacia Hidrográfica
No Rio Grande do Sul, a faixa plana do litoral é dividida pelo trecho de encostas altas e escarpadas na cidade de Torres, movimentado balneário no estado. Mais para o sul, depois da cidade de Tramandaí, predominam extensos areais com dunas pontilhadas de lagos e lagunas, como a Lagoa Mirim, formada pelo fechamento de restingas. Nesta região há pouco povoamento e quase não há estradas. A paisagem - restingas, dunas, banhados (áreas alagadiças) - prossegue até Arroio Chuí, povoado na fronteira com o Uruguai. ::
Principais Características
- A Planície Costeira apresenta ambientes extremamente frágeis e ricos em biodiversidade.
- A paisagem é constituída por dunas móveis, lagoas costeiras interligadas, banhados, marismas e dunas / barreiras fixadas com vegetação arbórea.
- A Laguna dos Patos, Lagoa Mirim e Lagoa Mangueira, constituem-se respectivamente nas três maiores lagoas do Brasil. |
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O sistema ortográfico do sul do Brasil, a partir do cabo de Santa Marta deixa de ser avistado do mar, e só se torna a vê-lo no monte de Angostura na fronteira com o Uruguai. Entre estes dois paralelos, separados por cinco graus de latitude, a saliência do esqueleto rochoso da terra acha-se no interior da costa do atlântico, formando contornos acidentados ao longo de uma costa interior, seguindo paralelamente ao atlântico, cerca de 20 milhas náuticas de distância. É esta a margem ocidental das grandes lagoas dos Patos e Mirim, a que pertence todo o sistema hidrográfico do Rio Grande do Sul.
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![[Lagoa Mirim] Portal Terra de Mauá | www.arroiogrande.com](especiais/tm_esp_lagoamirim_01.jpg) |
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É notório que a costa oceânica em período anterior ao atual foi a costa ocidental das lagoas dos Patos e Mirim, pois foram encontradas conchas marinhas quando das primeiras fundações para construção da primeira ponte ferroviária (1908), no rio São Gonçalo, que une as duas lagoas.
No último período da formação da costa sob a ação dos ventos e correntes de Nordeste e Sudoeste, as areias provenientes dos grandes rios e também as movidas ao longo do litoral foram sendo transportadas, alinhando seus depósitos nos rumos indicados, a sotavento do cabo de Santa Marta, e formaram a espécie de península, que se estende com mais de trezentos quilômetros de extensão, e com larguras variáveis de dez a cinco quilômetros, separando do atlântico uma baía, que depois se transformou na Lagoa dos Patos.
O movimento de areias foi se fazendo desimpedido por qualquer saliência da costa até
"Castillos Chicos" (sul da lagoa mirim); os rochedos ali salientes detiveram-lhes a marcha e se enraizaram os primeiros depósitos aglomerando-se em maior massa; caminharam simultaneamente em sua formação a península da Lagoa dos Patos para o sul e da lagoa Mirim para o norte, e, da luta que ocorreu entre as correntes fluviais e os movimentos dos oceanos, no ponto em que deviam encontrar-se, resultou para a indispensável saída de todo a bacia hidrográfica fluvial, que deságua nesta seção da costa, a atual passagem do canal da barra do Rio Grande (antigo canal do norte), única de toda a bacia; e assim se compreende a saída situada sem dependência imediata da foz dos grandes rios e a 287 quilômetros de distância do seu principal tributário, o Guaíba.
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Uso e ocupação do solo
De Rio Grande, um ponto de grande concentração industrial (petroquímica, fertilizantes e alimentos, até a fronteira com o Uruguai, predomina a produção de arroz em extensas propriedades, alternando com a criação de bovinos e ovinos. Encontra-se nesta região a Estação Ecológica do Taim, caracterizada pela grande dependência de disponibilidade de recursos hídricos.
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Principais problemas ambientais
- Drenagem dos banhados
- Destruição da cobertura vegetal das dunas
- Descaracterização das margens das lagoas pela ocupação inadequada
- Eliminação de dunas móveis
- Contaminação dos recursos hídricos por esgotos domésticos, afetando, inclusive, as condições de balneabilidade do mar, principalmente durante o verão.
- Na zona de lagoas e banhados ocorre o aterramento, drenagem e privatização de margens de lagoas e áreas de banhados.
- A região do estuário da Laguna dos Patos, na cidade de Rio Grande e adjacências, é uma área que sofre pressão do desenvolvimento urbano e industrial e do porto marítimo ali
localizado. |
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:: Fórum
Bi-Nacional:
Desenvolvimento da Fronteira Sul e da Bacia da Lagoa Mirim
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Abertura do Evento
Região mobilizada
pelo desenvolvimento
Políticos,
técnicos e lideranças de todos os segmentos da
região participaram, dia 12/05/2005, em Arroio Grande, do
Fórum Bi-Nacional de Desenvolvimento da Fronteira Sul
e da Bacia da Lagoa Mirim. O evento, que teve como
objetivo a discussão de temas polêmicos condicionais
ao desenvolvimento da zona sul, definiu as ações
práticas a serem executadas para a reversão da
situação de estagnação econômica da Zona Sul.
Durante a abertura, o prefeito Jorge Luiz
Cardoso, destacou a importância da integração da
comunidade na sensibilização das autoridades
competentes para a solução imediata ao asfaltamento
da RS 473, distrito de Santa Isabel; concretização
do projeto Contorno Norte, que ligará a RS 602,
município de Herval, à BR 116 e, ainda, a
viabilização do projeto de repovoamento da barragem
do Chasqueiro, que tem capacidade para produzir 3
milhões de alevinos por ano, os quais poderão ser
distribuídos em açudes de pequenas propriedades
rurais e na lagoa Mirim. “Temos que tirar estas
idéias do papel e executar as ações para alavancar
o nosso desenvolvimento gerando mais emprego e renda
à população. O potencial existe e está ao nosso
lado. Precisamos conscientizar nossos representantes
políticos que os investimentos são vitais!”,
destacou.
Cardoso ainda enfatizou que os painéis
apresentados durante o fórum têm interesse regional,
pois, dizem respeito ao melhoramento do escoamento da
safra agrícola e da produção de madeira dos
programas de florestamento implantados pelas empresa
Votorantim Celulose e Papel e Tanac. “ A distância
em relação ao superporto de Rio Grande será bem
menor, os fretes ficarão mais baratos e haverá a
possibilidade de um novo acesso à nossa região,
afastando definitivamente a possibilidade de
isolamento, como ocorreu no ano passado, quando uma
ponte da BR116 apresentou problemas”, complementou.
No final da manhã, os produtores de
arroz que participam do protesto contra as
importações do cereal oriundo da Argentina e
Uruguai, realizaram o ato “SOS Arroz”, chamando a
atenção das autoridades presentes para os problemas
enfrentados pela política econômica atual e a
necessidade, urgente, da compra de pelo menos um
milhão de toneladas pelo governo federal para
amenizar a maior crise enfrentada pelo setor nos
últimos dez anos. A Associação dos Municípios da
Zona Sul (Azonasul) está solicitando audiência com o
presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva,
para tratar sobre o assunto. A entidade comprometeu-se
em apoiar as ações e já entrou em contato com o
gabinete do deputado federal Érico Ribeiro (PP/RS)
para solicitar apoio no encaminhamento do pedido de
audiência.
![[Fórum Bi-nacional] Portal Terra de Mauá | www.arroiogrande.com](especiais/tm_esp_fotoforum02.jpg)
Organizadores e Participantes
Fórum Bi-Nacional elabora duas
Cartas de Intenções e discute o desenvolvimento regional
Arroio Grande sediou em 12/05, o
Fórum BiNacional, reunindo autoridades regionais e federais.
Prefeitos da zona sul marcaram presença e tiveram a oportunidade
de discutir os problemas comuns. Foram elaboradas duas Cartas de
Intenções e a expectativa é que com a mobilização e a
repercussão do evento, possam ser colhidos frutos do Fórum.
CARTA DE ARROIO GRANDE - LAGOA MIRIM
Considerando que a Bacia da Lagoa Mirim, fonte de renda para os
pescadores da Região Sul do Estado do Rio Grande do Sul, e do
norte do Uruguai, encontra-se em condições reduzidas de
povoamento, sendo imprescindível sua recuperação frente as
necessidades de manutenção de sua capacidade produtiva. Para as
lideranças presentes no Fórum Bi-Nacional, o povoamento e
repovoamento da Lagoa Mirim, açudes e demais mananciais hídricos
existentes na região, também beneficiará os municípios
integrantes da Região Sul do Estado.
Considerando a localização estratégica da Barragem do
Chasqueiro, bem como a capacidade de sua Estação de
Piscicultura, que reativada aumentará consideravelmente a
produção de alevinos. As autoridades presentes ao Fórum
Bi-Nacional de Desenvolvimento da Fronteira Sul e da Bacia da
Lagoa Mirim, de comum acordo e intenção firmam a Carta do Arroio
Grande, elaborada com o objetivo de postular junto a
Universidade Federal de Pelotas - UFPEL, e Governo Federal, a
reativação da Estação de Piscicultura da Barragem do Chasqueiro,
visando o aumento da produção de alevinos a serem utilizados
para povoamento e repovoamento da Lagoa Mirim, açudes e demais
mananciais hídricos existentes na região.
Metas a
serem alcançadas:
- Contribuir, em caráter permanente, na recuperação e
manutenção dos estoques piscícolas de valor econômico na Região
Sul do Estado;
- Auxiliar na reposição do estoque juvenil de espécies
exploradas comercialmente na Lagoa Mirim;
- Repovoamento periódico da Barragem do Chasqueiro.
- Povoamento e/ou repovoamento de açudes, viveiros e demais
mananciais hídricos da região;
- Aplicação nos municípios desta microregião, dos recursos
auferidos pela Gestora da Barragem do Chasqueiro.
Ações Propostas:
- Retomada da administração da estação de Piscicultura da
Barragem do Chasqueiro, com a participação dos municípios da
região e
Departamentos do Uruguai;
- Realização de Pesquisas nas Lagoas Mirim e Mangueira, na busca
de novas alternativas econômicas visando o desenvolvimento
sustentável
da Região Sul do Estado;
- Fomentar a construção de tanques-rede nas comunidades
pesqueiras;
- Instalação de unidades de pesquisa isoladas, nos banhados e
lagoas da região;
- Incentivar a criação de uma Cadeia de Cooperativismo de Pesca
abrangendo os municípios integrantes desta região;
- Construção de um estaleiro para pequenas embarcações em
parceria com os municípios;
- Criação de um plano de ação visando a conscientização
ambiental no entorno da Lagoa;
- Elaboração de projeto, visando a integração dos municípios do
extremo sul do Estado, e Departamentos do Uruguai, objetivando a
retomada do projeto de repovoamento com espécies nativas, na
Lagoa Mirim.
A implementação dessas ações, certamente alavancará o
desenvolvimento da Região Sul do Estado, e do norte do Uruguai,
haja visto que estimulará a criação de novas alternativas
econômicas, e novas fontes de renda.
CARTA DE ARROIO GRANDE - OBRAS
VIÁRIAS
Considerando a atual situação econômico-social que se encontram
os municípios do extremo sul do Estado, que possuem como base de
sua economia a atividade primária, e como única via de acesso ao
centro do país e ao Super Porto de Rio Grande, a BR 116, por
onde escoam sua produção, o que dificulta tanto a atração de
investidores, quanto a aquisição de produtos.
Considerando, as potencialidades dessa Micro-Região, no que
tange a investimentos na pecuária, orizicultura, sojicultura,
fruticultura, triticultura e especialmente no Florestamento,
urge necessidade de investimentos em infra estrutura viária.
Considerando, por fim, a posição estratégica do Super Porto de
Rio Grande em relação a fronteira com o vizinho país Uruguai
(Rio Branco), o que possibilita um novo corredor de exportação e
importação.
As autoridades presentes de comum acordo e intenção firmam a
Carta do Arroio Grande, elaborada durante o Fórum Bi-Nacional de
Desenvolvimento da Fronteira Sul e da Bacia da Lagoa Mirim, com
o objetivo de postular ao Governador do Estado do Rio Grande do
Sul a implantação do asfalto na RS 473 e a interligação da RS
602 a BR 116 por meio do Contorno Norte.
![[Fórum Bi-nacional] Portal Terra de Mauá | www.arroiogrande.com](especiais/tm_esp_fotoforum03.jpg)
Prefeito Municipal Jorge Cardozo dá
entrevista. |
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Créditos desta Reportagem |
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- Fundação Estadual de Proteção Ambiental (www.fepam.rs.gov.br)
- Ministério dos Transportes (www.transportes.gov.br)
- Assessoria de Imprensa da AZONASUL (www.azonasul.org.br)
- Jornal A Evolução Regional
- Fotos do Fórum: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Arroio
Grande.
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