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:: Barão de Mauá

(Barão de Mauá ) Portal Terra de Mauá | www.arroiogrande.com

     Irineu Evangelista de Sousa, o Barão de Mauá, recebeu este título na inauguração dos primeiros quilômetros da Estrada de Ferro Petrópolis. Entusiasta dos meios de transporte, especialmente das ferrovias, à Mauá se devem os primeiros trilhos lançados em terra brasileira e a primeira locomotiva -a Baronesa-, ligando o Rio de Janeiro à raiz da serra de Petrópolis. A estação de onde partiu a composição inaugural (30 de abril de 1854) receberia mais tarde o nome de Barão de Mauá.

:: Histórico e Cronologia :: Avanços e Inventos ::  Os Reconhecimentos :: A Família do Barão

:: Os Reconhecimentos
 
:: Mauá: O Empresário do Império (Livro)

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Capa do Livro de Jorge Caldeira
MAUÁ, o Empresário do Império. São Paulo, Companhia de Letras, 1995.

Mauá, O estadista do Império 

   Irineu Evangelista de Sousa, Barão e Visconde (com grandeza) de Mauá, já nasceu com uma estrela na testa. Ele é considerado o pai da Indústria Nacional e a ele devemos, além do incremento dos negócios brasileiros em nível nacional e internacional, o desenvolvimento dos transportes por rodovia, ferrovia e pelos grandes rios do País. Foi também ele que criou o sistema bancário brasileiro que, em certo período, chegou a controlar toda a vida econômica da república do Uruguai. Ao longo de toda a sua vida, Mauá cultivou uma vontade inabalável de se expandir. Chegou a movimentar em seus negócios mais dinheiro que o orçamento do império. Em meados do século passado, era dono de 10 das 12 maiores empresas brasileiras. As outras duas eram estatais. Guardada a proporção do tamanho da economia da época, pode se dizer que, se Antônio Ermírio de Morais vivesse no II Império, teria sido, em comparação com Mauá, um empresário de modestas pretensões.

:: RESENHA, por Alberto Ricardo Schmidt Patier

   Filho de um estancieiro gaúcho assassinado numa querela de terras, vivia Irineu Evangelista em Arroio Grande com parentes maternos, que não tinham condições de lhe oferecer um futuro de grandes perspectivas. Enfrentou a orfandade como engraxate, além de prestar outros pequenos serviços. Seria o tio materno, José Batista de Carvalho, Capitão de um navio que transportava charque do sul para os armazéns do Rio de Janeiro, que mudaria inteiramente o destino de Irineu. Com o consentimento da mãe, seguiu para a capital do Império, onde o tio já tinha acertado um emprego para ele na sede dos grandes negócios de João Rodrigues Pereira de Almeida.

   Aos 12 anos foi promovido a caixeiro na principal loja daquele empresário. Até hoje não se sabe onde e como aprendeu a ler e escrever. Cinco anos mais tarde, seu patrão faliu. Juntou então os credores e lhes ofereceu tudo o que possuía, inclusive a belíssima casa em que morava e as jóias de esposa. O título imperial de Barão de Ubá era uma clara indicação que João Rodrigues Pereira de Almeida não era um empresário qualquer. Talvez por isso, o maior de seus credores, o poderosíssimo empresário britânico Richard Carruthers, não aceitou o oferecimento: "Lar é sagrado! Guardai a casa e as jóias" todos os demais credores seguiram seu exemplo. À tarde, o falido visitou o credor acompanhado de Irineu: "Em troca de sua bondade" disse-lhe - "apresento-lhe o melhor de meus empregados!"

   O inglês gostou de Irineu: deu-lhe trabalho em seu escritório e, à noite, ensinava-lhe inglês e contabilidade. A nova experiência de trabalho iria, uma vez mais, alterar radicalmente o rumo de sua vida, porque o emprego na empresa de Carruthers representaria para ele o passaporte de entrada para um clube fechado: a Maçonaria. Mauá escreveria mais tarde: "Tudo que há de bom em mim e tudo que fui capaz de realizar provém das lições inspiradas em minha convivência com este senhor (Carruthers)".

   Ao ser aceito na Maçonaria, Irineu ganhava outra dimensão aos olhos de Carruthers. Não havia como negar que ele gostava desse jovem brasileiro mais do que dos próprios filhos. Para um escocês avarento, que apreciava muito as manifestações sentimentais, tal constatação era algo extraordinário. Claro que isso não surgiu de uma forma gratuita. O esforço de anos de trabalho, a total dedicação ao ensino do Mestre e até o mesmo sotaque britânico com que Irineu passou a pronunciar até sua Própria Língua Materna, fez dele, aos olhos do patrão, um valor que os próprio filhos não souberam inspira-lhe.

   Nisto Carruthers foi contagiado por um mundo brasileiro em que as relações pessoais importavam mais do que as próprias leis. Em um dia qualquer do final do ano de 1835, Carruthers reuniu os empregados da empresa para lhes dizer que estava retirando-se dos negócios para descansar em sua terra natal. Tal atitude implicava em escolher alguém para continuar os negócios. O escolhido foi Irineu Evangelista de Sousa. Aquele foi o grande presente de aniversário para o contador que completará 22 anos no dia 28 de Dezembro, três dias antes de receber uma incumbência que faria que deixasse de ser Irineu Evangelista de Sousa para se projetar como futuro Barão e Visconde de Mauá.

   Irineu, prosperou, enriqueceu-se, casou-se e foi feliz, mas continuou a estudar e a sonhar com o progresso do Brasil. Assim partiu para a Europa, em visita a seu antigo patrão. Estudou as indústrias européias e voltou disposto a aplicar esse ensinamentos no Brasil.

   Mauá instalou a primeira companhia de fundição em Ponta de Areia para construções navais; inaugurou, no Rio de Janeiro, a iluminação a gás em substituição aos lampiões de óleo de peixe; fundou a primeira estrada de ferro, entre Mauá e a Raiz da Serra rumo a Petrópolis. Nessa ocasião recebeu o título de Barão de Mauá, e a locomotiva da composição foi chamada "Baronesa" em homenagem à sua esposa. Bem mais tarde foi construída a estrada de ferro de cremalheira que galgava a Serra de Petrópolis.

   Foi igualmente Mauá que fundou vários bancos entre eles aquele que se tornaria o Banco do Brasil. Quando Dom Pedro II resolveu instalar no Vale do Amazonas uma companhia de navegação para a exportação de produtos da região, o único brasileiro capaz de levar adiante o projeto, era Mauá. Por iniciativa dele, outras companhias passaram a explorar a navegação no Rio Amazonas.

   O maior sonho de Mauá era contudo a comunicação do Brasil com o Mundo por cabo submarino. Entretanto não foi a ele que o Imperador confiou essa inovação. Somente depois que as tentativas oficiais falharam, é que o monarca entregou à incumbência a Mauá.

   Como deputado, tratou na Câmara de questões comercias, defendendo diversas medidas tendentes a beneficiar a indústria do País. Recebeu, então, do Imperador o título de Visconde. Seu escudo tinha o formato tradicional, mas ao invés dos leões, castelos e outros símbolos heráldicos costumeiros, preencheu o espaço com os troféus que foram fruto de seu trabalho. O escudo era dividido em dois campos. Na parte superior mandou gravar sobre um fundo de jalne uma locomotiva a vapor, de sable, deslizando sobre trilhos do mesmo esmalte. Na metade inferior, em prata, um navio a vapor contra um fundo em blau, compondo a bordadura, quatro lampiões a gás em jalne com chama em goles. Para completar o conjunto, uma coroa de Visconde (com grandeza) encimando o escudo e, sobreposto a tudo, um listel contendo a divisa LABOR INPROBUS OMNIA VINCIT (O Trabalho Honrado Supera Todos os Obstáculos).

   Mauá, liberal antiescravocrata, foi muito combatido pelos proprietários de terras e políticos conservadores nos quais se apoiava o II Império. Quando passou a expandir seus negócios em escala planetária , com dezessete empresas e seis países, aí sim saltaram sobre ele os grandes adversários,: banqueiros internacionais, ditadores latino-americanos, políticos do partido conservador e figuras da sociedade passaram a fazer parte da luta diária do Visconde numa história que se confunde com a própria formação de um País que já então assustava seus vizinhos.

   Um dos poucos membros do Partido Conservador que mantinha boas relações com Mauá era Caxias, embora esta estivesse para tanto, duas fortes razões. Uma delas consistia no fato de ser Maçom como Irineu Evangelista. A outra tinha fundamentos mais de ordem prática. Com o dinheiro de Mauá ia comprando armas e cavalos, bem como contratando soldados para suas muitas campanhas na região do Prata e do Paraguai. Era também com Mauá que Caxias estudava com muita atenção os cenários das guerras que estavam em seu plano. Enquanto construía para a Marinha poderosas Belonaves, Caxias preferia vapores leves, capazes de transportar, com rapidez, as tropas de uma margem a outra dos grandes rios da região platina.

   Embora, pelas leis da época, fosse obrigado a liquidar muita de suas empresas, continuou rico até o fim de sua vida. Ironicamente seu ocaso coincidiu com o fim do Império, ao longo do qual, mesmo remando contra a corrente, protagonizou uma aventura empresarial sem paralelo em qualquer outro momento de nossa História.

   A saga desse modernizador obstinado já foi descoberta pelo Cinema, além de inspirar várias biografias.

   A mais recente MAUÁ O EMPRESÁRIO DO IMPÉRIO-, de Jorge Caldeira, e que serviu de base para a presente resenha, liderou durante dezenas de semanas, as listas dos livros mais vendidos. Foram igualmente bem acolhidas as biografias sobre Mauá publicadas por Edgard de Castro Rabelo e Alberto de Faria que, no entanto, se limitam em apontar Mauá como exemplo ser seguido pelas novas gerações, quando o verdadeiro problema consiste em repensá-lo, tal como sugere Lídia Besouchet. Segundo ela, o Visconde foi um homem de seu tempo num Brasil anacrômico. "Ninguém mais do que ele lutou contra a estagnação, contra a pasmaceira imperial, contra a rotina sedentária(...)". Toda a grandeza de Mauá está, por conseqüência, em Ter sido, até a exasperação, um tipo de homem de que seu tempo era carente- um empreendedor, um homem de empresa.

   Nessa reavaliação feita por Lídia Besouchet falta, contudo, um aspecto importante que deve ser atribuído ao fato de Ter sido Maçom: a constatação de Ter trabalhado mais para os outros- isto é, para o Brasil- do que para si próprio. É, contudo, forçoso reconhecer que os benefícios coletivos que resultaram de sua ação foram indiretos, embora inevitáveis. Se convém em não exaltá-lo em demasia, não há como negar que Mauá foi muito mais que um homem de seu tempo, por sempre Ter ido além do que parecia possível. Ele era e sobretudo um empreendedor, um criador de teorias que somente em nosso tempo vêm tomando corpo e consciência.

*Alberto Ricardo Schmidt Patier é obreiro da Loja Miguel Archanjo Tolosa, Redator-Chefe do Jornal "Egrégora". Vice - Presidente da Academia Maçônica de Letras do DF e membro da Academia Maçônica de Letras do Brasil.

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:: Mauá, O Imperador e o Rei (Filme)

TÍTULO DO FILME: MAUÁ, O IMPERADOR E O REI (Brasil. 1999)
DIREÇÃO: Sérgio Resende
ELENCO: Paulo Betti, Malu Mader, Othon Bastos, Antonio Pitanga, Rodrigo Penna; 134 min.

:: RESUMO

   O filme mostra a infância, o enriquecimento e a falência de Irineu Evangelista de Souza (1813-1889), o empreendedor gaúcho mais conhecido como barão de Mauá, considerado o primeiro grande empresário brasileiro, responsável por uma série de iniciativas modernizadoras para economia nacional, ao longo do século XlX. Mauá, um vanguardista em sua época, arrojado em sua luta pela industrialização do Brasil, tanto era recebido com tapete vermelho, como chutado pela porta dos fundos por D. Pedro II.

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:: CONTEXTO HISTÓRICO

   A aprovação da Tarifa Alves Branco, que majorou as taxas alfandegárias, e da Lei Eusébio de Queirós, que em 1850 aboliu o tráfico negreiro, liberando capitais para outras atividades, estimularam ainda mais uma série de atividades urbanas no Brasil. Foram fundadas 62 empresas industriais, 14 bancos, 8 estradas de ferro, 3 caixas econômicas, além de companhias de navegação a vapor, seguros, gás e transporte urbano.

   Nessa realidade, destaca-se a figura de Irineu Evangelista de Souza, o Barão e Visconde de Mauá, símbolo maior do emergente empresariado brasileiro, que atuou nos mais diversos setores da economia urbana. Suas iniciativas iniciam-se em 1846, com a aquisição de um estabelecimento industrial na Ponta de Areia (Rio de Janeiro), onde foram desenvolvidas várias atividades, como fundição de ferro e bronze e construção naval. No campo dos serviços Mauá foi responsável pela produção de navios a vapor, estradas de ferro comunicações telegráficas e bancos. Essas iniciativas modernizadoras encontravam seu revés na manutenção da estrutura colonial agro-exportadora e escravista e na concorrência com empreendimentos estrangeiros, principalmente britânicos. Essa concorrência feroz, não mediu esforços e em 1857 um incêndio nitidamente provocado destruiu a Ponta de Areia.

   Suas iniciativas vanguardistas representavam uma ameaça para os setores mais conservadores do governo e para o próprio imperador, que não lhe deu o devido apoio. Sua postura liberal em defesa da abolição da escravatura e sua atitude contrária à Guerra do Paraguai, acabam o isolando ainda mais, resultando na falência ou venda por preços reduzidos de suas empresas.

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:: Outras Citações


:: UMA MOEDA COM A EFÍGIE DO BARÃO DE MAUÁ

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200 Réis (1936)

Anverso:
Efígie do Barão de Mauá
Reverso:
Figura de Locomotiva, ladeada acima pela legenda "BRASIL" e o ano 
de cunhagem "1936" e abaixo pelo dístico do valor facial (200) e pelo dístico "R$".
Bordo:
Liso
Material:
Níquel
Diâmetro:
23 mm


::
HISTÓRICO DA PONTE INTERNACIONAL BARÃO DE MAUÁ

   Esta ponte sobre o Rio Jaguarão entre Brasil e Uruguai foi construída entre 1927 e 1930 em conseqüência de um tratado firmado em 1918 entre os dois países. A ponte se situa entre as cidades de Jaguarão, às margens do rio de mesmo nome, e Rio Branco, no Uruguai. Foi a obra de maior porte construída até então, quer pelo Brasil, quer pelo Uruguai.

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Ponte Internacional Barão de Mauá

   Em 1825 o Uruguai foi incorporado ao Brasil com o nome de Província Cisplatina. Porém os denominados Trinta e Três Orientais, conduzidos por Lavalleja, proclamaram a independência e dois anos depois expulsavam do território as forças expedicionárias brasileiras. Um ano depois, por influência do Ministro da Inglaterra, Brasil e Inglaterra concordaram em reconhecer a República Oriental do Uruguai que teve sua Constituição aprovada em 1830. Restou, entretanto, uma dívida pouco maior do que 5 milhões de pesos-ouro em favor do Brasil.

   Na verdade o Brasil nunca pensou efetivamente em cobrar essa dívida. Para resolver a situação, estabeleceu-se em 22 de julho de 1918 um tratado que fixou o valor da dívida e estipulou que o pagamento uruguaio seria feito indiretamente mediante a construção de uma ponte internacional sobre o Rio Jaguarão e a organização de um Instituto do Trabalho. Dessa forma o Uruguai também se beneficiaria pelo escoamento mais fácil dos produtos de ambos os países.

   A criação do Instituto sofreu diversas alterações e chegou-se à conclusão de que não poderia funcionar satisfatoriamente na dependência de dois governos. Resolveu-se então dar outro destino à soma reservada para aquela finalidade. Creditou-se a parcela necessária às obras do prolongamento da Estrada de Ferro que parava em Passo de Barbosa a 60 Km da fronteira, cuja execução foi confiada ao Cel.Julio Caetano Horta Barbosa. Do lado uruguaio, ligar-se-ia a estação de Treina y Tres, distante 120 Km da fronteira, até a cidade de Rio Branco. Ainda sobrava uma pequena quantia assegurando ao negociador brasileiro, que era o Ministro Helio Lobo, a assinatura de convênio em 16 de fevereiro de 1928. A diferença em dinheiro ficaria reservada para custear com os juros correspondentes as visitas recíprocas dos embaixadores dos dois países com o objetivo de aproximar suas pátrias.

   Como conseqüência, a dívida uruguaia contribuiu para a aproximação comercial dos dois países pela integração de suas redes ferroviárias e proporcionou meios de intensificar intercâmbio dos respectivos representantes oficiais.

   Para que a obra pudesse ser posta em concorrência foram criadas em 1919 duas comissões internacionais dependentes dos Ministérios das Relações Exteriores dos dois países. Da parte do Brasil foram escolhidos o Marechal Gabriel Pereira de Sousa Botafogo, o Major Eng. José Ribeiro Gomes e o Capitão Eng. José Vicente de Araújo e Silva. Da parte do Uruguai foram nomeados os Eng. Virgilio Sampognaro e Quinto Bonomi.

   As duas comissões definiram o eixo da ponte, fizeram o anteprojeto e abriram concorrência para a execução. A mesma comissão julgou as propostas apresentadas até o fim de 1926. A firma brasileira E. Kemnitz & Cia. foi a vencedora da concorrência com valor dado em libras esterlinas. O contrato foi assinado em 21 de março de 1927.

   O Ministério de Obras Públicas do Uruguai ficou com incumbência de dirigir a construção e nomeou para seu diretor o Eng. Quinto Bonomi e como o ajudante o Eng. Roque Aita . Por outro lado, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil nomeou como representante para efeito de acompanhamento dos trabalhos o Eng. M. J. Moreira Fisher a quem se deve grande parte da divulgação técnica da obra.

   A firma empreiteira comprometeu-se a realizar a construção no prazo de 18 meses. Entretanto, divergências entre os dados do projeto oficial e o terreno encontrado ocasionaram demoras e a obra só pôde ser concluída em 44 meses. A obra foi oficialmente recebida em 14 de novembro de 1930 e inaugurada a 20 do mesmo mês.

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Placa fixada à Ponte Internacional Barão de Mauá.
 

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ampliar +                                                                            Fotos: Postais GEAN                                                                                        ampliar +
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Belos cenários encontrados no interior do município de Arroio Grande

:: Fontes


TEXTOS:

- Livro Pontes Brasileiras Viadutos e Passarelas Notáveis - de Augusto C. Vasconcelos.
- Resumo Informativo da Ponte Internacional Barão de Mauá.
- Artigo de Sérgio Augusto de Oliveira, Técnico Administrativo da Universidade Estadual de Maringá - PR.

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